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#21 – A Sociedade do Anel: A marca do herói

Numa terra fantástica e única, chamada Terra-Média, um hobbit (criatura de estatura entre 80 cm e 1,20 m, com pés peludos e bochechas um pouco avermelhadas) recebe de presente de seu tio o Um Anel, um anel mágico e maligno que precisa ser destruído antes que caia nas mãos do mal. Para isso o hobbit Frodo (Elijah Woods) terá um caminho árduo pela frente, onde encontrará perigo, medo e personagens bizarros. Ao seu lado para o cumprimento desta jornada aos poucos ele poderá contar com outros hobbits, um elfo, um anão, dois humanos e um mago, totalizando 9 pessoas que formarão a Sociedade do Anel, título do primeiro filme da trilogia O Senhor dos Anéis.

Um dos personagens mais marcantes dessa história criada pelo famoso escritor Tolkien, é sem dúvidas o Gandalf, o cinzento. Gandalf ouviu acerca do Um Anel por toda a sua vida. O anel do poder. O anel que poderia torná-lo o mago mais poderoso de toda a Terra-Média. E em determinado momento, ele se vê diante da oportunidade de ter o anel para ele. O hobbit Bilbo Baggins havia deixado o anel dentro de um envelope em sua capa, e se Gandalf quisesse, ele poderia pegá-lo. Ainda assim, algo fez com que o sábio mago entendesse que possuir aquele anel traria para si uma grande tentação. Ele não conseguiria lidar com tamanho poder e isso iria corrompê-lo e destruí-lo. Ele então resiste ao anel e garante que Frodo, o sobrinho de Bilbo seja o novo guardião do anel, demonstrando que a humildade é a marca de um herói.

Em uma de suas cartas, Paulo diz aos cristãos de Filipos, “Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.” Ele então ilustra esse conceito mostrando o que Jesus fez quando morreu por nós. Está nos versos 5 a 8 e diz assim, “Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!”.

Na noite antes de ser crucificado, Jesus orou para que seu Pai mostrasse outro caminho mais fácil para trazer salvação à humanidade. Mas a ênfase de sua oração foi que a vontade do Pai fosse feita, e não a sua própria. Ele sabia que enfrentaria uma morte terrível, não apenas por causa da dor física, mas também por causa da separação que teria de Deus, e é claro que ele iria preferir não passar por isso. Mas Jesus escolheu morrer pelo pecado da humanidade. Mais do que um simples heróis, Cristo foi e é o Salvador.

Por acaso você já enfrentou uma escolha pelo menos remotamente parecida? Não necessariamente uma questão de vida ou morte, mas uma escolha de colocar outros à sua frente? Quando você escolhe permitir que as necessidades dos outros sejam priorizadas em relação às suas, você demonstra uma humildade similar à de Gandalf em relação ao anel. Quando você escolhe colocar outros à sua frente por causa de seu crescimento como Cristão, você demonstra aos outros como vive alguém que tem a mente de Cristo.

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